A inexplicabilidade da vida

Nem preciso insistir no quanto o cinema perde com as mortes de Eduardo Coutinho e Philip Seymour Hoffman. Tantos obituários estão aí pela internet, jornais e afins para isso. Basta dizer que Coutinho era possivelmente o maior cineasta brasileiro vivo; Hoffman, o principal ator americano surgido nos anos 1990. Continuar lendo

O prazer de assistir a um filme na segunda fileira do cinema

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Tirando o fato de que cinema não é restaurante ou fast food, tampouco sala de bate-papo, não existe um manual para se assistir filmes onde eles devem ser vistos – no cinema, claro. Uns tiram os sapatos, outros estiram-se nas cadeiras.

Com a tática moderna de se escolher poltronas no momento da compra do bilhete, criou-se, no entanto, um pensamento comum a boa parte do público: o melhor lugar disponível é aquele mais ou menos no centro da sala, nem tão próximo, mas não distante da tela. Continuar lendo