A mutação do cinema de David Cronenberg

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Mapas Para as Estrelas (2014)

Mapas Para as Estrelas, trabalho mais recente de David Cronenberg, estreou há poucas semanas no Brasil. E, assim como em Cosmópolis, de 2012, me peguei esperando ver algo que remetesse ao passado do diretor, aqueles filmes pesados de horror gráfico. Quando saí da sessão, a ficha caiu: aquele cineasta não existe mais. Assim como o homem sofria mutações em suas obras dos anos 1980 e 90, a filmografia do canadense também se metamorfoseou a partir da virada do século.

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Fúria Sanguinária (1949), de Raoul Walsh

Alguns filmes são, sim, imortais. Passam-se anos, décadas, mas a sua força narrativa de ganha qualquer tipo de espectador, a qualquer tempo. Fúria Sanguinária, clássico absoluto dos chamados “filmes de gângster”, entra facilmente nessa lista. Raoul Walsh mostra que o cinema pode ser conciso, claro e poderoso ao mesmo tempo.

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