A infância como ela é

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Onde Fica a Casa do Meu Amigo? (1987), de Abbas Kiarostami

Um dos momentos mais ricos da vida é a infância. No entanto, ser criança só parece fácil. Claro que existe a facilidade de não possuir grandes responsabilidades, mas o choque entre a inocência e a aspereza do mundo sempre está lá para confundir a cabeça. Vendo O Garoto da Bicicleta, dos irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne, me recordei de vários momentos especiais nos quais o cinema conseguiu captar, de forma séria, o espírito errante infantil. Criança não é burra ou alienada, como bem provam Truffaut e Kiarostami, por exemplo.

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A cinefilia está morta. Vida longa à cinefilia!

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Revirando alguns livros sobre cinema, encontro Cinefilia (Cosac Naify, São Paulo, 2010), do historiador e crítico francês Antoine de Baecque, e automaticamente me lembro do encontro com o autor em São Paulo, lá em 2011, e do artigo escrito para o Cinefilia. A pauta é antiga, mas o tema abordado, atemporal. Por isso, reproduzo o texto, a seguir. Continuar lendo

Ainda existe paixão pela Sétima Arte?

Lendo o livro Cinefilia, do historiador e crítico francês Antoine De Baecque (autor que visitou o Brasil recentemente para uma série de eventos de divulgação da obra), a pergunta do título deste post vem à tona quase que instanteneamente. Vale uma análise do porquê da questão.

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