A inexplicabilidade da vida

Nem preciso insistir no quanto o cinema perde com as mortes de Eduardo Coutinho e Philip Seymour Hoffman. Tantos obituários estão aí pela internet, jornais e afins para isso. Basta dizer que Coutinho era possivelmente o maior cineasta brasileiro vivo; Hoffman, o principal ator americano surgido nos anos 1990. Continuar lendo