Trapaça (2013), de David O. Russell

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No mundo de Trapaça, a representação é uma constante: o golpista esconde a calvície, o detetive faz cachos em seu cabelo liso pra parecer mais humilde, a amante se passa por aristocrata inglesa pra esquecer a vida indigna que já levou. Isso não significa que o filme trate do poder da imagem, de como a imagem se torna farsa de uma realidade falida. Seria um caminho interessante a percorrer, pois a trama fala justamente disso: corrupção por baixo dos panos, acordo secretos com criminosos etc. Continuar lendo