Providence (1977), de Alain Resnais

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Eric Rohmer disse certa vez, durante a década de 1960, que o cinema de Alain Resnais se assemelhava à poesia, onde a cronologia desaparece e o relato subjetivo se funde com o objetivo; no entanto, este modo de filmar abria “portas sem saída” para a Sétima Arte. Em outras palavras, o já falecido cineasta francês e ex-editor de Cahiers du Cinéma criticava o modo como os filmes de Resnais possuíam fim em si mesmo, com a forma prevalecendo sobre o conteúdo. Continuar lendo

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